Jean Wyllys e uma ótima resposta à psicóloga [sic] que "cura" homossexuais

"O ativismo pró-homossexualismo [sic] está diretamente ligado ao nazismo. Todos os movimentos de desconstrução social estudam o nazismo, porque compartilham um ideal de domínio político e econômico mundial", disse Rozângela Alves Justino às páginas amarelas da revista Veja de 12 de agosto (veja a entrevista na íntegra).
O ativista Jean Wyllys (foto) não gostou da comparação e, em carta aberta ao público, decidiu responder às acusações da psicóloga [sic] em nível superior. Os argumentos de Jean são claros e objetivos, enquanto dona Justino, simplesmente se baseia em dogmas e usa uma máscara com medo de apanhar na rua.
Veja a carta na íntegra:
"Rozângela Justino, eu não a conheço pessoalmente e não faço a menor questão de conhecê-la. Mas, como a senhora fez ataques públicos ao coletivo do qual faço parte, logo, a mim, por meio da revista Veja, eu sou obrigado a responder aos mesmos também de forma pública. Vou começar pela comparação que a senhora fez entre militância gay e Nazismo. Ou a senhora é cínica ou é absolutamente ignorante acerca do mal que o Nazismo causou aos homossexuais. Prefiro apostar que a senhora seja cínica, uma vez que sua referência ao Nazismo e o esforço em associá-lo ao movimento homossexual são tentativas canhestras de conquistar a opinião pública, já que a senhora sabe que, no imaginário popular, o Nazismo se confunde com o mal. Não, minha cara, a militância gay não é Nazismo.
Se há algum nazista em questão, este é a senhora. Seus comentários referentes à homossexualidade materializam um moralismo e um puritanismo odioso em relação à sexualidade e a modos de vida gay. Logo, seus comentários são bem parecidos com o discurso dos detentores da ordem moral e social e dos apóstolos da religião, da família tradicional e da opressão às mulheres e aos homossexuais. Ou seja, seus comentários são bem parecidos com o discurso das “direitas” religiosas e com o discurso das demais “direitas” (entenda por “direita” os representantes do pensamento e/ou do movimento político que se afina com “restaurações” conservadoras, nacionalismos e fascismos). E qual o discurso das “direitas” religiosas? Ora, aquele que expressa um horror em relação aos homossexuais e certo nojo pela “promiscuidade sexual”, independente de qual seja a orientação sexual do “promíscuo” – um discurso que esteve presente no Nazismo (sim, a gente não pode esquecer jamais que o Nazismo e os fascismos se expandiram e fascinaram multidões também porque denunciaram as cidades grandes como o lugar dos excessos sexuais dos gays e lésbicas e, logo, como espaço de corrupção de corpos e almas; a gente não pode esquecer jamais que o Nazismo era uma empresa de “purificação” não só racial, mas, também sexual). Portanto, expressão do Nazismo ou retorno ao mesmo são suas idéias. Não queira convencer os ingênuos do contrário!
É possível que os oprimidos se identifiquem com a ideologia de seus opressores mesmo sem terem consciência disso. É por isso que podem existir negros racistas e homossexuais moralistas. E é por isso também, minha sé possível, que muitos homossexuais que não resistem às pressões e violências diversas impostas pela ordem em que vivemos tenham procurado seu “consultório” em busca de “cura” para a homossexualidade. A este comportamento nós chamamos de homofobia internalizada. Se a senhora fosse uma psicóloga competente e ética, saberia que os objetivos de uma terapia psicológica não podem ser definidos em termos de mudanças de comportamento do paciente. A cura no sentido de restabelecimento do estado anterior a uma doença é um privilégio da medicina e só existe para patologias provocadas por vírus, bactérias ou fungos ou por disfunções orgânicas e hormonais ou, ainda, para certos tipos de câncer. Homossexualidade não é doença, logo, não precisa de cura.
Sabe, Rozângela, faltam-lhe argumentos. Vocês, fanáticos fundamentalistas ou cínicos exploradores da fé e ignorância alheias, nunca têm argumentos consistentes além do dogmatismo. Seu bacharelado em Psicologia obtido no Centro Universitário Celso Lisboa de nada lhe serviu ou serve já que você recorre a “verdades” que contrariam os princípios das ciências, inclusive daquela que é a base de seu curso, a Psicologia. Aliás, a qual escola ou corrente teórica da Psicologia a senhora está associada? A senhora não diz, por quê? Ora, porque o que a senhora faz não é Psicologia, mas, doutrinação religiosa.
Chega a ser risível sua referência a Michel Foucault porque está claro que a senhora nem sua fonte – Claudemiro Soares – compreenderam o pensamento do filósofo francês, que morreria de infarto, se vivo estivesse, ao ver seu pensamento articulado por uma fascista psicótica (sim, qualquer psiquiatra concordará comigo de que sua crença de que recebeu um chamado de Deus por meio do disco de Chico Buarque é sintoma de um funcionamento mental psicótico, em que a senhora toma, como concretos ou reais, elementos apresentados por sua percepção; o chamado divino a que a senhora se refere não é efetivamente real, concreto, mas, a senhora o toma como tal assim como o fazem os psicóticos com seus delírios e alucinações). Sua referência a Focault macula um pensamento muito mais complexo e distante de suas posturas neoconservadoras e quer, por meio de uma aparente ilustração acadêmica, intimidar feministas e homossexuais orgulhosos de sua orientação a se calarem para não questionar o mundo comum no qual devemos viver.
O que eu posso lhe dizer – a partir das contribuições de Freud, Melanie Klein, Lacan, Foucault, Julia Kristeva, Didier Eribon, dos antropólogos e até dos psiquiatras, contribuições que você não deveria desprezar ou ignorar, já que se diz “psicóloga” – o que eu posso lhe dizer é que os instintos sexuais são naturais, mas, a sexualidade (incluindo, aí, as identidades sexuais) é cultural. Em se tratando de nós, humanos civilizados, pouca coisa em nossa subjetividade (caráter; “alma”; aquilo que nos faz sujeitos) é natural (vem da natureza), pois, ainda na barriga de nossas mães, recebemos o que ele chama de “banho de linguagem”. Desde recém-nascidos, começamos a ser forjados pela cultura. Uma identidade sexual é estruturada de maneira complexa e envolve muitos elementos: desde as experiências de prazer e desprazer na mais terra infância em relação aos pais ou a quem os represente até representações culturais (a maneira como as práticas sexuais aparecem e são qualificadas em tratados científicos; livros religiosos e didáticos; fotos: filmes; propagandas: novelas e etc.), passando por fatores biológicos. A identidade sexual não se confunde necessariamente com a prática sexual. Esta pode ser um componente da identidade sexual, que diz respeito mais a pertencimento; a um “lugar” no mundo. Deu pra entender?
Veja bem, Rozângela, se a senhora continuar defendendo que o sexo só serve à procriação e, por isso, a homossexualidade é antinatural, eu te sugiro que abra mão o cenário onde você costuma fazer sexo (seu quarto e cama confortáveis) se é que a senhora faz sexo, e vá transar no mato como o fazem os animais; aí, sim, a senhora estará de acordo com o que é “natural”. Sugiro que, por extensão, a senhora abra mão de todas as conquistas da cultura: habitação, educação, hábitos alimentares, meios de comunicação, tecnologias, regras de higiene, modos de festejar, artes e beijo na boca, sim, pois, a natureza fez a boca para comer e não para beijar. Abra mão da instituição “família” por que ela também é um fruto da cultura e não da natureza (nunca vi uma cadela de véu e grinalda nem ela ser fiel a um só cão até que a morte os separe; e, se não vi, é porque os cães e cadelas agem conforme a natureza, enquanto mulheres e homens agem conforme a cultura).
E saiba que o entendimento do que é “família” muda no tempo e no espaço. Ou a senhora nunca ouviu falar de que, no Oriente Médio, um homem pode ter dezenas de esposas ao mesmo tempo e contar com a proteção do estado e com a bênção divina? Parece que não… Então, faça isso e aí, sim, a senhora será coerente com o que prega. Se não o fizer, é só reconhecer que é uma fundamentalista fanática, psicótica e incapaz de questionar aquilo que te ensinaram como “verdade” e, por isso mesmo, causadora de infelicidade para si e para os homossexuais que acredita curar.
Sem mais, Jean Wyllys"
» Veja também:











































Realmente é uma ótima resposta! Também a publiquei!!!!
Hahaha, cadela de véu foi o ápice do meu dia!
Isso aí, Jean!
Caro amigo Jean Wyllys, você deu um banho de cultura nessa herege desmiolada e sem informação. Inadmissível que em tempos de acesso fácil a livros uma pessoa como essa tal psicóloga consiga viver no total mundo das trevas e da falta de senso. Bastaria ela fazer uma pesquisa na internet que encontraria subsídios necessários que a obrigaria a parar com essa sandice. Uma pessoa com uma mentalidade como e dela precisa de tratamento urgente. De nada socorre os anos de faculdade que ela alega ter frequentado. Afinal de contas, onde se encontra o Conselho Federal de Psisologia que ainda permite uma pessoa como essa atuar profissionalmente?
É uma vergonha para quem estuda, um mau exemplo para quem almeja fazer uma faculdade encontrar uma pessoa incapaz de concatenar os próprios pensamentos e opiniões… Afinal, por que a mídia dá espaço a uma curandeira charlatã como essa? Não é crime o que ela faz? Punição exemplar é o que se espera. Por muito menos muita gente vai para a cadeia. A justiça deveria olhar para isso.
http://www.portalvilas.com.br/?pg=noticia&id=6424
Diga não à homofobia
http://www.youtube.com/watch?v=t5xXjlfFSFE&feature=player_embedded
Cara, acho que a Sra. Rozângela tem direito a expressar a sua opinião assim como você. Acho que você exagerou por atacar diretamente a pessoa uma vez que ela expressou seu ponto de vista a respeito de uma coletividade (como você mesmo falou).
Você poderia expressar seu ponto de vista e deixar com que a população analizasse os dois e tirasse suas próprias conclusões.
Na minha opinião, você, mesmo tendo o direito de expressar seu ponto de vista, preferiu atacar uma pessoa publicamente (o que pode inclusive render-lhe processos judiciais no âmbito civil). Se queria dizer-lhe alguma coisa do tipo, que lhe escrevesse de forma particular.
Sinto dizer-lhe não você e sua opinião não merecem o meu respeito, mesmo não tendo nada contra os homossexuais.
Mas, afinal, é o seu direito de expressar-se.
Se alguém vai respeitar a sua opinião, aí é outra história…
Eu respeito e aprovo a sua opinião e seu ponto de vista. Homosexualidade não é doença. Parabéns pela corajem. Justiça tem que ser feita, essa pseudopiscicóloga precisa sofrer as consequências pertinentes.
Pq todo homossexual fica nervosinho quando falam deles. Vão se tratar e parem de ficar procurando pentelho em ovo. Não há dúvidas de a mulher é uma idiota, mas ela o faz no seu mundo e quem a procurou com certeza foi a Veja.
Acho ridículo essas discussões que não levam a nada, parece duas mães brigando no condomínio por causa das cagadas dos seus filhos.
Achei ridícula a matéria na Veja e mais ridícula ainda a resposta. Os homossexuais não precisam de batmans e Robins os defendendo, já são grandinhos o suficiente.
Uma opinião que li me chamou atenção e me fez com que eu concordasse plenamente: ignore essa doutora charlatã e oportunista, o que ela quer é exatamente o que está acontecendo.É polêmica em torno dela e assim ela se destaca as custas de tds e ganha mídia. Já ouviu aquela frase: Fale mal mas falem de mim? Ela só incomoda quem está inseguro. Suas teses são bizarras, desprezíveis, sem noção. Ela é mesma coisa que nada. Não causa nem indignação, nem risos. São banalidades que não vale a pena nem para debates. Meus amigos caem em discursões trocas de idéias, perda de tempo. Deixem-a falar sozinha com as paredes! O que importa é que somos felizes, sem hipocrisia.
Como diz a música do Falcão, HOMEM É HOMEM, MENINO É MENINO, VIADO É VIADO, BAITOLA É BAITOLA…
Os melhorers comentários são os do Thaigi e do Fernando. Parabéns pela visão imparcial e não corporativista. Isso é que deveria ser publicado na Veja. Parabéns aos dois. O resto não passa de puxa-sacos. Viva a liberdade sem libertinagem.
A psicologa tá errada, mas eu não apóio o homossexualismo, muito pelo contrario, o homossexualismo é uma coisa que deveria ser extinguida desse mundo, essa é só minha opinião, esse é um mundo livre, posso pensar qualquer coisa.
AO THIAGI, AO TONE E AO JOÃO:
BEM, ANTES DE MAIS NADA, VOCÊS DEVERIAM TEREM IDO MAIS ÀS AULAS DE PORTUGUÊS NO ENSINO MÉDIO (SE É QUE VOCÊS ESTUDARAM) POIS, PARA HAVER ARGUMENTO, VOCÊS PRIMEIRAMENTE, DEVERIAM SABER ESCREVER MELHOR, SEM TANTOS ERROS DE PORTUGUÊS.
CARO THIAGI, A PSICÓLOGA NÃO TEM O DIREITO DE DAR A OPINIÃO DELA, POIS ESTA OPINIÃO INCITA MAIS AINDA A HOMOFOBIA, E AOS CRIMES BÁRBAROS CONTRA OS SERES HUMANOS, EM UM PAÍS QUE JÁ É HOMOFÓBICO.
TONE, SE VOCÊ DESEJA FAZER PIADINHAS NOS COMENTÁRIOS, VOCÊ PODERIA COMEÇAR FAZENDO PIADAS SOBRE SI MESMO, POIS, COM CERTEZA SERIAM BEM ENGRAÇADAS.
E POR ÚLTIMO (E O PIOR), JOÃO, VOCÊ ACHA QUE TODO MUNDO É LIVRE PARA DAR OPINIÃO? TANTO QUE VOCÊ MESMO PODE TENTAR EXTINGUIR A OPINIÃO DOS OUTROS DIZENDO QUE A HOMOSSEXUALIDADE DEVE SER EXTINTA… QUE LEGAL, IMAGINE SE O MUNDO TODO FOSSE FEITO DE PESSOAS AMARELAS VESTINDO TERNOS PRETOS…. SERIAM UM MUNDO PATÉTICO E SEM GRAÇA, IGUALZINHO AO SEU CÉREBRO DE AZEITONA. AO INVÉS DE DAR SUAS RESPOSTAS TOSCAS NA INTERNET, VÁ FAZER ALGO QUE VOCÊ DESCONHECE, VÁ LER!!
Continuem seus ataques pessoais à psicóloga em questão. Se ela é realmente formada, que eu acho que seja, chamá-la de charlatã, pseudopsicóloga e qualquer coisa do tipo pode ser enquadrado como calúnia e difamação, o que é previsto no código civil brasileiro. E sei também que quando uma pessoa fica sem argumentos numa discussão, começa a dizer palavrões e fazer ataques diretos numa tentativa desesperada de convencer a si mesmo que não está perdendo, até fala gritando e muda o foco da convesa falando dos erros de português.
Jean foi por duas vezes infeliz. Infeliz em comentar sobre quem não conhece, pois ele comecou o artigo dele incluido neste BLOG dizendo que "NAO CONHEÇO DRA. ROSANGELA…". Uma pessoa que se diz séria com o preparo que diz ter, não faz comentarios vazios, sem fundamentos, basenado-se apenas no que os outros escreveu. Porque ele nao foi lá visitar Dra Rozangela, vestir os "sapatos dela por alguns dias" e ver o quanto ela trabalhou já desde há quase 27 anos. Durante todo este tempo, ninguem viu o trabalho dela. Ninguem, virgula, porque o povo evangelico viu e está vendo a perseguição das associacoes homossexuais que quis levar vantagem e aparecer armando um esquema com um falsario jornalista, pois ele tambem deveria, ao invés de passar por um homossexual, com a intenção de deixar o homossexualismo, ir lá como homem sério, não inventar coisas como fez para prejudicar Dra Rozangela. Pra seu conhecimento o povo evangelico são os que mais trabalhos sociais tem no Brasil, sendo apenas 30 a 40 milhoes de uma população de 200 milhoes. Nem Jean e nem voce que elogiou a atitude dele "vestiram os sapatos de Dra Rozangela"nestes 30 anos passados. Então nao tem direito de falar de uma pessoa séria, que conhecemos ha anos pelo ótimo trabalho que vem desenvolvendo. E se voce nao sabe, eu ouvi a entrevista do Presidente da CFP apos o julgamento. Já escrevi para o CRP-RJ que acolheu a falsa denuncia contra a Dra Rozangela e ela foi uma das vitimas dessa ditadura gay que está querendo se impor no Brasil. Eu escrevi pro Jean e já estamos tomando providencias pelas falsas acusaçoes, calunias, discriminação que ele fez em seu artigo. As calunias dele nao atinge Dra Rozangela, porque ela faz isto há mais de 20 anos. Não são 20 dias. Talvez voce era crianca quando ela ja estendia as suas maos para ajudar, drogados, criancas pobres, homossexuais que muitas vezes aos prantos veio a ela pedindo a ajuda como a nós tambem. A comunidade cristã está atenta (mais de 30 milhoes) a essas associacoes cujo objetivo principal é o lucro em cima dos homossexuais. Logico, veja a quantidade de sites gays oferecendo produtos que somente gays compram. Ninguem é bobo. "E estão sentandos vendo a banda passar". Eu quis ajuda-lo tentando faze-lo compreender que o que ele fez é considerado crime pela legislação brasileira. Infelizmente ele bateu o pé e o artigo continua lá. Arrtigo copiado do que a Veja escreveu. Se ele é bom como estao falando porque nao foi entrevistar a Dra. Rozangela como a veja e a Globo fez?
Saiba que outros dois sites que tinham artigos caluniosos contra Dra Rozangela, quando escrevemos, eles foram prontos e retiraram os artigos, porque sabiam do que poderia acontecer. Até os comentarios foram retirados. Agora, cada cabeça é uma sentença.
2. Este homem é tão infeliz ao escrever que acho que deveria mudar de profissão. Ou os seus leitores sao cegos: NO primeiro contra Dra Rozangela, ele escreve um jornal de alguem que nao conhece, baseado nas informaçoes falsas de terceiros. Que credibilidade pode ter um escritor como ele. No segundo sobre a cantora ele é completamente contraditorio tambem. Preste atenção…leia o artigo dele novamente e veja que ele começa dizendo : Há dois anos eu escrevi uma crônica intitulada Cantoras inaugurais e simulacros, em que defendo que as cantoras brasileiras se dividem entre aquelas cujas vozes são únicas, sem paralelo nem termo de comparação (as inaugurais) e aqueles cujas vozes são mais ou menos parecidas com as de outras que vieram antes e lhes influenciaram, menosprezando as cantoras SIMULACROS e depois faz uma tremenda propaganda da cantora SIMULACRO "Livia Mendonça"e a põe num pedestal de gloria". Eu não sou contra fazer propaganda nao, mas é preciso coerencia se não atrapalha até a carreira da cantora. E' ele SÓ GOSTA DELA só porque ela é TRANSEXUAL? O que tem a ver a arte com o HOMOSSEXUALISMO ? mais uma das terriveis contradicoes dele. Penso que uma pessoa assim de rocurar fazer outra coisa do que ser escritor porque não coordena pensamentos corretamente tanto que pra malhar a nossa amiga que tanto fez de bem, escreveu um JORNAL e não um artigo> Imagino como são os livros dele….misericordia. Alberto Thieme
Olha Waldeck, penso que voce não está a par do problema, dando parabens por um artigo que Jean fez baseado puro e tão somente em informações de terceiros. Isto é pra ajudar o seu companheiro homossexual ou simpatizante? Nos dois artigos que Jean fez, foi totalmente contraditorio e neste acima ele o fez sem conhecer a pessoa de quem falou tanto mal. Ele mesmo declarou no inicio do primeiro artigo que escreveu sobre ela. NÃO CONHECEÇO DRA. ROZANGELA". Oras se um escritori é sériio ele vai escrever algo para seu povo embasado na verdade, não no que viu na VEJA ou ouviu de outros. Por que não foi na fonte? QUALQUER UM DÁ PRA PERCEBER que voce pisou na bola mesmo, companheiro. Isto te descridibiliza por completo. Não como voce ainda teve 100 pessoas pra comentar', tirando os dois meus. Mude o rumo da tua vida e fale a verdade. Quem fala a verdade não passa vergonha. Solicito que retirem deste BLOG este comentario falso, mentiroso, calunioso de Jean Wyllys contra alguem que conhecemos há anos e que ajudou muitas pessoas com sua formação e especialização na area. Pra se falar de alguem da forma má e tendenciosa que Jean fez precisa conhecer a pessoa, entrevista-la e o jornalista precisa ser neutro no assunto. Ele deve apenas servir de um intermediario entre a pessoa de quem está falando, procurar ouvir da propria pessoa e colocar em seu artigo o que ouviu. Não se basear apenas num artigo da VEJA e tecer seus comentarios parciais em defesa de um grupo. Aconselho o responsavel por este BLOG, retirar este artigo muito mal feito, sem base e sem consistencia. Agradeço e acho ser importante nao ser parcial. Jean nunca fez uma entrevista com a pessoa acusada por ele. Ele simplesmente derramou seu ódio e ira contra esta psicologa por que ela é cristã, como as associacoes de gays tem feito com os seus associados. Eu vivi esta experiencia com apenas uma carta escrita ao presidente da ABGLT e ele nunca me respondeu, mas sem minha autorização ele repasssou meu email a 300 pessoas responsaveis e lideres dos movimentos gays do Brasil inteiro. Então tenho conhecimento da razão pela qual Jean escreve com tanto ódio contra uma pessoa que há mais de 27 anos vem trabalhando a favor das classes menos favorecidas e desde 1981, quando se formou passou a ajudar com mais eficácia a todos que buscaram por ajuda voluntariamente. Sou, juntamente com minha esposa os Fundadadores de 2 orfanatos, o primeiro deles hoje assiste a mais de 1.000 criancas em diversas casas-lares. Trabalhei por varios anos com o M.E.N (Mov. Evang.Nacional para recuperação de criancas e adolescentes – criancas carentes e de rua), alimentação a criancas da favela que havia debaixo do viaduto Pompeia em São Paulo por 5.5 anos, ao mesmo tempo ajudavamos suas familias aabaixo do nivel da miseria com alimentacao, frutas, verduras todos as semanas, alem do apoio escolar a todas essas criancas por pessoas que verdadeiramente amam seus semelhantes e nos ajudavam voluntariamente. Trabalho semelhante feito por esta pessoa que Jean Wyllys, sem conhecer, tentou destruir um trabalho que vem sendo feito há quase 30 anos. Tambem trabalhamos despertado milhares de igrejas a desenvolverem um trabalho de ação social e apoiarem ONGs que fazem este trabalho tambem. Hoje uma grande quantidade de igrejas evangelicas e catolicas estão envolvidas na ajuda aos não assistidos por terem participado de nossos encontros anuais de entidades filantropicas do Brasil inteiro. Esta queridissima psicologa é conhecida no Brasil inteiro pela comunidade evangelica que hoje está entre 30 a 40 milhoes de brasileiros. Jean Wyllys deveria falar mal de quem está praticando o mal nao de quem sempre praticou o bem. Então deixo aqui o meu apeloo que excluam deste BLOG esta materia mentirosa. Obrigado, Alberto Thieme.
POR QUE JEAN FEZ ESTA PERSEGUIÇÃO FERRENHA CONTRA DRA ROSANGELA
Estive pensando como que uma pessoa nao conhecendo nada da outra, baseado apens no que disse um reporter, possa ter escrito um artigo que foi um VERDADEIRO JORNAL onde derrama seu ódio contra uma pessoa que apenas e tão somente fez o bem durante toda sua vida. Penso que o artigo abaixo do escritor Julio Severo responde bem ao Jean e a todos os que concordaram com ele. Boa leitura.
31 de Agosto de 2009
Julio Severo recomenda: O Segredo de Hitler
Gente, não costumo fazer divulgação de livros, mas recomendo fortemente o livro O Segredo de Hitler. O livro não é católico nem evangélico. E o autor, Lothar Machtan, deixa bem claro que seu objetivo não é atacar o movimento homossexual e a agenda gay. Mesmo sendo um livro totalmente secular, a profunda pesquisa de Machtan leva o leitor às pegadas de Hitler e outros importantes líderes nazistas que guardavam no armário um dos segredos mais bem trancados do nazismo: o controle homossexual sobre o fascismo na Alemanha.
Vale a pena ler O Segredo de Hitler. Abaixo, divulgação da Editora Objetiva, que o publica no Brasil. Para encomendá-lo, clique aqui.
Quando o tema são os crimes hediondos contra a humanidade cometidos ao longo do século XX, nenhuma figura é tão emblemática quanto Adolf Hitler. Mais de 120 mil publicações sobre o líder do Partido Nazista Alemão circulam pelo mundo e filmes não cessam de ser produzidos. O que ele fez está amplamente documentado. Quem foi Hitler, o homem, permanece, no entanto, um enigma. Como ele era nas suas relações pessoais, o que o ancorava emocionalmente, como foi sua mocidade?
O SEGREDO DE HITLER, de Lothar Machtan, mergulha nessa lacuna e ajusta o foco no sujeito Adolf, iluminando, sobretudo, o período mais obscuro da vida do futuro führer — a juventude em Viena e o início da carreira político-militar, já na Alemanha.
Da pesquisa, emerge um verdadeiro segredo de Estado: Adolf Hitler era homossexual. O autor demonstra que só é possível começar a compreender a pessoa Hitler e a sua trajetória política, caso se considere este aspecto de sua identidade. Isto porque as evidências indicam que o homoerotismo pontuava as relações da cúpula do partido nazista. Em casos raros, como o do chefe do serviço secreto, Ernst Hölm, a opção sexual era explícita.
Numa sociedade profundamente conservadora, na qual o homossexualismo era crime, Hitler não mediu esforços para preservar o segredo que, se revelado, o arruinaria politicamente: roubou documentos e arquivos, subornou, chacinou. Outros que conheciam a verdade não suportaram a pressão e se suicidaram. Hölm, por exemplo, foi assassinado.
Considerado um dos principais historiadores da Alemanha, Lothar Machtan assinala que não pretendeu abordar o tema da homossexualidade de Hitler de forma preconceituosa ou sensacionalista. Ao contrário: “O que quero é elucidar a relação entre história particular e a política do Terceiro Reich”.
A opção sexual reprimida obrigou Hitler e seus companheiros mais próximos a transformar o partido nazista num círculo extremamente fechado e compacto, cujos membros nem sempre eram nomeados pela qualidade política que o cargo exigia, mas por que vivenciaram o homoerotismo e mantinham-se discretos e fiéis ao führer.
Para montar o quebra-cabeças que é a vida pessoal de Hitler, Lothar Machtan reconstitui seus passos desde a juventude e flagra um Adolf que convivia com grupos homossexuais e perambulava pelas ruas de Viena como um dândi desglamourizado: sem dinheiro, morou em albergues populares. Sem o talento que gostaria de ter para as artes, rodava a zona boêmia atrás de quem comprasse algum dos postais que pintava. Sem saída, alistou-se no exército alemão para garantir o pão de cada dia. Encontrou um ambiente ostensivamente homoerótico e as figuras-chave que o catapultaram ao poder.
Lothar Machtan mapeia os parceiros de Adolf Hitler ao longo da vida, o começo, o meio e o fim dessas relações. Da leitura ficam claras, ainda, as bases amórficas das raríssimas relações heterossexuais de Hitler. Com Eva Braum, conta o autor, Hitler se casou oficialmente pouco antes de se suicidar, num último ato para forjar a sua masculinidade perante a História.
Será impossível, daqui para frente, analisar o homem Hitler e as relações pessoais com a sua entourage sem levar em conta os dados apresentados por Lothar Machtan. Como um íntimo perfil de Hitler e um surpreendente retrato da natureza homoerótica do Terceiro Reich, O SEGREDO DE HITLER é a maior e certamente a mais controvertida contribuição ao universo das obras sobre os bastidores do governo que levou a Alemanha à barbárie e mudou a face do mundo.
Sobre o autor: Lothar Machtan nasceu em 1949, na Alemanha. É professor de História Contemporânea e do Tempo Presente na Universidade de Bremen. Em 1998, publicou A morte de Bismark e as lágrimas da Alemanha. Escreveu ainda inúmeros ensaios sobre história social e política dos séculos XIX e XX.
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Meus caros, sou gay,casado a 6 anos com um cara do bem, trabalhamos muito temos uma vida maravilhosa e não somos doentes,
somos super respeitados e temos varios amigos heteros, temos familias e somos pessoas normais.
O que tem de errado com isso.
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Sinceramente, as coisas, com o passar do tempo, perderam a sua virtude. Jean, pra que tanta agressividade! Em que momento os homessexuais foram chamandos de cadelas, idiotas, babacas, neoróticos ou coisa parecida? Será que o que a Rosângela fala é tão verdade que acabou afetando você?
É triste ver esse tipo de comentário. O que ninguém refletiu é: as pessoas que QUEREM (entenda-se de livre e espontânea vontade) mudar a sua orientação sexual são auxiliadas pela psicóloga. Ninguém é forçado a nada! Eu conheço pessoas que eram homossexuais e não são mais pois sua orientação foi completamente mudada. E mais, essas pessoas se sentem bem agora. Se você não quer mudar é um problema seu, mas não responda por todos os homossexuais como se você fosse a voz de todos! Cada um sabe o que tem dentro de sí! Se exitem homossexuais que querem ser livres da homossexualidade, QUE ASSIM SEJA!
Uma última pergunta: Quem te instituiu juiz de alguma coisa?
São todos os homossexuais que partilham da sua opinião?
Só Deus sonda os corações, você não!